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Passo a passo: saiba como sair do aluguel o quanto antes!

Muitas pessoas enxergam a possibilidade de sair do aluguel como uma realização distante. Outros nem pensam nisso, pois acreditam que comprar um imóvel está além de sua capacidade financeira. Você também tem essa opinião?

Caso a sua resposta seja afirmativa, temos um segredo para te contar: é possível alcançar esse sonho! Ficou mais animado agora? Então, leia nosso artigo que vamos mostrar o caminho para você atingir essa meta.

Por que sair do aluguel?

Todo empenho na conquista de um objetivo depende das razões que temos para querer alcançá-lo. Por exemplo, pense nos seus motivos para deixar o aluguel. As causas podem ser:

  • fazer um investimento;
  • adquirir maior segurança;
  • ter uma vida mais estável;
  • obter um ambiente confortável para criar os filhos etc.

Faça o seguinte: liste todas as razões, isso reforçará a sua convicção. Não importa qual seja o motivo, a verdade é que adquirir uma moradia sempre será um bom negócio.

Afinal, você nunca terá de volta o dinheiro destinado todo mês para a locação. Por outro lado, quando esse recurso é direcionado para a aquisição de uma residência, você está investindo em um patrimônio pessoal.

Como conseguir realizar o sonho do imóvel próprio?

É claro que querer comprar um imóvel é apenas o primeiro passo. A partir daí, outras atitudes precisam ser tomadas. Vamos considerar algumas delas:

Tenha um planejamento financeiro

Nessa etapa, é essencial arrumar as contas pessoais. Para isso, será necessário seguir aquela regra básica: anote a sua renda bruta mensal e liste todas as suas despesas fixas e variáveis. A seguir, identifique os gastos que podem ser enxugados.

Verifique também as dívidas e pense em maneiras de saná-las. Comece pagando as que têm os juros mais altos, como a do cartão de crédito, e depois as que possuem um valor mais em conta.

Com o tempo, você perceberá que sobrará algum dinheiro no fim do mês. Porém, é importante estipular uma quantia fixa mensal. Por exemplo, alguns economizam 30% do seu salário para a compra da casa.

Outros preferem primeiro fazer uma poupança para riscos. Como assim? Eles guardam um valor monetário que cubra de seis a oito meses de suas despesas fixas. Desse modo, caso ocorra uma eventualidade, não será preciso diminuir ou usar o dinheiro para a aquisição da moradia.

Invista da maneira correta

Depois de organizar suas finanças, é o momento de utilizar de modo inteligente o dinheiro que está conseguindo economizar. Existem muitas formas para não deixar o capital parado e ainda ganhar com o seu rendimento.

Entre os tipos de investimentos disponíveis, existem os fundos de renda fixa, como o Tesouro Direto e o Certificado de Depósito Bancário (CDB). Além desses, há também a Letra de Crédito Imobiliário (LCI), que possui a mesma rentabilidade que o CDB.

Uma alternativa é a aplicação na Bolsa de Valores. No entanto, para investidores de primeira viagem, é mais seguro aplicar nos Fundos de Investimentos em Ações (FIA) e no Exchange Traded Funds (ETFs). Ambos são de baixo risco e boa rentabilidade.

Para os mais conservadores, há a opção das tradicionais poupanças. Elas rendem com base na taxa Selic, que está em torno de 6,4% ao ano. Para facilitar ainda mais a vida dos investidores, surgiram as plataformas de investimentos. Elas podem ajudar você a encontrar boas maneiras de fazer seu capital render.

Escolha o apartamento ideal

Chegou o momento de escolher o imóvel ideal para você e sua família. Há dois fatores que pesarão nessa decisão: o valor e o gosto pessoal. Falando sobre o primeiro item, é essencial ser realista, afinal, tentar comprar um imóvel além de sua capacidade financeira trará frustração.

Por outro lado, para definir o imóvel ideal, é importante pensar nas necessidades de toda a família. Por exemplo, para a segurança, talvez seja melhor comprar uma moradia dentro de um condomínio.

Para facilitar o dia a dia, uma localização mais próxima ou em um centro urbano viabilizarão o trajeto para o trabalho ou para a escola, além de facilitar o acesso a serviços.

Mesmo escolhendo morar em um condomínio, é importante analisar o espaço comum do empreendimento. Se a família possuir crianças pequenas, uma área ampla de lazer, com playground e piscina, fará toda a diferença.

Já os adultos podem achar interessante um local como um salão de festas para a realização de eventos ou reunir os amigos para um churrasco no fim de semana.

Veja a forma de pagamento

Poucos conseguem comprar uma moradia à vista. Se esse for o seu caso, um bom negócio é juntar o máximo de recursos para dar na entrada do pagamento. Dessa forma, as parcelas do financiamento serão mais baratas. Mas como fazer isso?

Algo que pode ajudar é morar temporariamente em um imóvel com um valor menor de locação. Digamos que você pague R$ 1.000 de aluguel. Optando por um imóvel de R$ 800,00, a economia será de R$ 200,00, certo?

Então, somando esse valor com o que já havia decidido reservar por mês, em pouco tempo você terá uma soma interessante para a entrada do imóvel. Em contrapartida, alguns preferem o consórcio imobiliário, pois os juros são mais baratos que os do financiamento.

Porém, os últimos sorteados no consórcio, se viverem de aluguel, podem gastar um valor mais alto do que o de um financiamento. No caso dos que optarem pelo financiamento, o ideal é pesquisar com muita paciência.

Dependendo da instituição, os juros serão maiores ou menores. Além disso, de acordo com o método utilizado no parcelamento (PRICE, SAC ou SACRE), os valores elevarão ou regredirão no decorrer da quitação da dívida.

Atente-se aos gastos extras

Infelizmente, o preço do imóvel não é o único gasto que o comprador terá. Além dele, há os custos com as taxas cobradas pelo registro da moradia em cartório, os encargos provindos do financiamento e o ITBI (Imposto de Transmissão de Bens Imóveis). No caso da cidade de Fortaleza, a alíquota fica em 2%, se o pagamento é feito antes da assinatura do contrato de financiamento, e 3% depois.

Nesse caso, o comprador de um imóvel na capital do Ceará no valor de R$ 500.000,00  arcaria com algo em torno de R$ 25.000,00 de gastos extras. Caso a residência seja usada, considere também os custos com reformas e obras.

Fique de olho na incorporadora

O sucesso do projeto de compra depende também da empresa responsável pela edificação da moradia. Por isso, antes de assinar um contrato de aquisição de uma unidade, pesquise sobre a reputação da incorporadora.

Para isso, entre no site da empresa, veja as construções que já realizou e busque por opiniões de pessoas que já fizeram negócio com ela. Após isso, visite o stand de vendas, converse com os profissionais que trabalham nela e leia atentamente o contrato.

Sendo assim, não encare a possibilidade de comprar um imóvel como algo remoto. Em vez disso, lembre-se que com esforço e dedicação conseguimos alcançar qualquer meta.

O que achou de nosso artigo? Gostou das dicas para sair do aluguel e ter um lugar para chamar de seu? Então, aproveite e descubra como e quando decidir comprar o próprio apartamento?

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