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Conheça os 9 fatores que influenciam o preço do imóvel

Precificar uma casa ou um apartamento não é uma tarefa simples, especialmente quando não se tem experiência no assunto. Afinal, são muitos os fatores que, ao longo dos últimos anos, passaram a influenciar o preço do imóvel. 

Contar com a ajuda de um corretor de imóveis é fundamental, uma vez que é o profissional mais especializado nesse tipo de negociação e que melhor domina os aspectos que compõem a precificação, facilitando o processo de compra e venda como um todo. 

Quer conhecer mais sobre os 9 fatores que influenciam o preço do imóvel nas nossas cidades? Acompanhe nosso post e tire todas as suas dúvidas! 

1. Localização e infraestrutura 

O lugar da cidade no qual a casa ou o condomínio está localizado tem influência sobre cerca de 25% do preço do imóvel. Isso porque, nesse fator, é considerada a presença de ruas bem pavimentadas, calçadas com bom tratamento urbanístico, recolhimento de lixo e esgoto, distribuição de água e arborização, por exemplo.

Além disso, a proximidade de supermercados, feiras, transporte público, cinemas, shopping centers e até mesmo ao local de trabalho oferecem qualidade de vida e comodidade inestimáveis para o cotidiano agitado das vidas em centros urbanos.

A alta procura por residências em áreas que cumprem esses requisitos, portanto, faz elevar o preço de imóveis. Por outro lado, as localizações não tão privilegiadas têm seu valor de mercado diminuído. 

2. Sistema de segurança  

A alta criminalidade, especialmente nas grandes cidades, tem se tornado um outro fator fundamental para estabelecer o preço do imóvel à venda. Afinal, todos querem se sentir 100% seguros ao chegarem em casa.

Por esse motivo, os investimentos em sistemas de vigilância cada vez mais sofisticados tendem a valorizar os imóveis, representando 15% do valor total de venda, segundo estimativas. 

Para garantir a segurança não apenas dos moradores, como também dos funcionários, muitos empreendimentos têm optado por portarias remotas, estruturas de vigilância blindadas, observação durante as 24 horas do dia, dentre outros recursos.

O foco não é apenas no controle de entradas e saídas, mas também nas áreas comuns, para evitar depredações e infrações prejudiciais a todos. 

3. Vagas de garagem 

Com a grande facilidade dos últimos anos para aquisição de carros próprios e a conhecida defasagem do transportes coletivos, a necessidade por vagas de garagem bem localizadas e bem dimensionadas tem se estabelecido como um dos principais fatores para decidir comprar um imóvel. 

Por isso, os novos empreendimentos têm oferecido como vantagem pelo menos uma vaga de garagem, para os padrões baixo e médio, enquanto os de alto padrão detêm espaços para acomodar dois ou mais veículos por cada unidade habitacional.

Da mesma forma, em residências fora de condomínios, uma garagem bem projetada também faz toda a diferença na negociação. 

4. Facilidades e opções de lazer 

É muito comum que famílias deem grande valor à existência de uma ampla variedade de opções de lazer privativas ao condomínio. Por esse motivo, ​é inegável o quanto essas facilidades já são parte essencial do preço do imóvel. 

Os empreendimentos residenciais mais acessíveis oferecem uma área comum mais modesta, com apenas salão de festas, jardim e quadra de esportes, por exemplo.

Já outros projetos mais complexos — e normalmente de alta liquidez — incluem, além do básico, piscinas adulto e infantil, academia, playground, espaços para pets, salas de cinema, cozinhas gourmet e outras soluções criativas.

A tendência é que essas áreas comuns repletas de recursos se multipliquem, até mesmo como forma de compensar localizações distantes do centro de alguns empreendimentos e diminuindo a necessidade de os moradores saírem do condomínio.  

5. Personalização e conservação 

A alteração das características iniciais de um imóvel, quando feita para oferecer maiores qualidades estruturais e estéticas, é sempre bem-vinda. Desse modo, é importante priorizar melhorias em características neutras, para que sejam capazes de combinar com qualquer estilo decorativo que seja preferido pelos futuros moradores. 

O bom estado de conservação da estrutura e das fachadas também é imprescindível, mesmo porque qualquer comprador fica desestimulado a adquirir uma propriedade que foi maltratada durante anos.

Assim, as manutenções periódicas em revestimentos, encanamentos, quadro de energia, fiação elétrica ou mesmo na alvenaria servem para conservar, bem como para valorizar o preço do imóvel. 

6. Qualidade de acabamentos 

Os imóveis que não priorizaram a boa qualidade dos materiais na fase de acabamentos, inevitavelmente, sofrem uma deterioração mais acelerada, que fica evidente durante as vistorias e avaliações realizadas durante uma negociação.

A principal consequência desse efeito é os compradores exigirem abatimentos no preço do imóvel, devido à necessidade de reforma. ​Mesmo quando localizados em bairros nobres de uma cidade, os acabamentos de baixa qualidade continuam causando impactos negativos sobre a negociação.

Desse modo, para valorizar seu imóvel, procure realizar uma reforma antes de colocá-lo à venda. Caso o orçamento seja curto, priorize a troca dos revestimentos de piso, uma vez que são os que mais sofrem desgaste e danos ao longo do tempo.  

7. Arquitetura e orientação solar 

A planta baixa e as dimensões das áreas privativas de um imóvel também influenciam o valor final. Residências com três suítes têm maior preço no mercado do que aquelas com dois dormitórios simples, por exemplo.

Além disso, imóveis orientados a leste, com luz natural pela manhã, ganham menos temperatura ao longo do dia. Por consequência, são mais confortáveis e muito concorridos no mercado imobiliárioao contrário daqueles virados a sol poente.

Portanto, é preciso estipular o valor de venda de maneira realista, compreendendo a faixa de imóveis do mesmo padrão e características semelhantes. 

8. Documentação e legalização 

É extremamente complicado vender um imóvel cuja documentação esteja incompleta ou com pendências. Afinal, isso gera gastos extras com cartório e advogados, além de desgastes psicológicos que prejudicam o relacionamento entre as partes envolvidas.  

Dessa maneira, certifique-se de que toda a papelada esteja em ordem e todas as taxas — tais como IPTUITBI, dentre outras​ — devidamente quitadas. Emita também a matrícula atualizada do imóvel, as certidões negativas na Receita Federal, no INSS e em outros órgãos competentes.

9. Sustentabilidade e meio ambiente

A conscientização com relação a medidas de economia de energia, de sustentabilidade e de preocupação com o meio ambiente tem crescido em importância para os consumidores.

Dependendo da idade do empreendimento, as medidas de adequação podem ir das mais simples — coleta seletiva, uso de água da chuva e utilização de equipamentos eficientes — até as mais complexas — instalação de placas solares, obtenção de certificação ambiental, reúso das chamadas águas cinzas, sistemas automatizados etc.

Embora menores, existem outros fatores que também influenciam no preço do imóvel, seja por aspectos relacionados à forma de usufruir dos espaços, seja por desconfortos subjetivos. 

Alguns exemplos são a vizinhança, os ruídos de trânsito, maus cheiros, presença ou ausência de varanda e elevadores, vistas da cidade, idade do imóvel, infraestrutura de tecnologia, altura e número de unidades por pavimento — no caso de edifícios — e proximidade a áreas verdes públicas, como praças e parques. 

Agora que você já conhece os 9 principais fatores que influenciam de maneira decisiva no preço do imóvel, fique sempre por dentro das nossas melhores dicas sobre arquitetura e mercado imobiliário assinando nossa newsletter!

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