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Conheça as principais tendências do mercado imobiliário em Fortaleza

Apesar da crise econômica, o mercado imobiliário em Fortaleza está aquecido. Em 2017, foram vendidos 2.069 apartamentos na região metropolitana. Esse dado representa um aumento de 5% em número de unidades comparado a 2016. As vendas de 2017 movimentaram R$ 1,6 bilhão, o que significa que houve um acréscimo de 25% no valor total das vendas no ano anterior. Para 2019, no entanto, devido a alguns fatores econômicos, as previsões são otimistas ao setor imobiliário.

Neste ano podem aparecer diversas oportunidades às pessoas que desejam comprar uma casa ou apartamento ou aos indivíduos que buscam investir em imóvel pensando nas possibilidades de renda e lucro. Considerando essas questões, neste post abordaremos as principais tendências do mercado imobiliário de Fortaleza. Acompanhe a seguir.

Quais são as tendências do mercado imobiliário em Fortaleza para 2019?

Unidades compactas

De acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), o número de divórcios aumentou 8,3% de 2016 para 2017. Com isso, a quantidade de solteiros tem crescido, e essa característica acaba influenciando na escolha da moradia. Isso porque, quando as pessoas moram sozinhas, naturalmente, elas não precisam contar com espaços tão grandes.

Outra questão importante é a mobilidade. Algumas situações como trabalhar em outra cidade ou estudar fora do país de maneira temporária fazem que muitas pessoas não queiram permanecer em um lugar. Dessa forma, quem escolhe um imóvel não pretende ter vínculo com a propriedade e, por isso, muita gente prefere estabelecer um contrato de locação e viver de aluguel.

Atendendo a esse panorama, é cada vez mais comum a construção de edifícios com unidades compactas. As adaptações são feitas de modo a aproveitar o espaço da melhor forma possível. Os banheiros, cozinhas e os cômodos costumam ser menores, tudo isso cabendo em 40m² ou menos ainda. Além da praticidade, esses imóveis costumam ser mais baratos justamente por serem compactos.

Áreas de convivência compartilhada

Ainda pelo fato de muitas pessoas não criarem raízes em um local, o número de áreas de convivência compartilhada dos edifícios tem aumentado. Esses espaços apresentam a facilidade do indivíduo poder fazer várias atividades em um mesmo lugar, sem precisar se deslocar pela cidade para isso. Isso representa uma economia de tempo e dinheiro com transporte.

Alguns locais podem contar com academia (já até existem condomínios que oferecem o serviço de personal trainer), existem ainda os espaços de coworking e salas de reunião (ambos possibilitam que os moradores tenham um local adequado e tranquilo destinado ao trabalho).

Portaria automatizada

Muitos condôminos têm preferido controlar entrada e saída de pessoas por conta própria. Por isso, eles usam aparelhos eletrônicos com a intenção de atender a essa finalidade. A portaria virtual é uma das ferramentas que auxiliam nisso. O controle de entrada costuma ser feito por meio do cadastramento de biometrias.

Outra possibilidade de garantir a segurança do local é a contratação de empresas que prestam serviços de portaria de maneira terceirizada. Dessa forma, toda movimentação no edifício passa a ser monitorada por centrais de atendimento à distância por meio de câmeras.

Ambas as soluções oferecem ótimas vantagens em termos financeiros. Isso ajuda os condomínios a reduzirem os gastos, afinal de contas, não é necessário preocupar com o pagamento de direitos trabalhistas e previdenciários a todos os funcionários. Além disso, não há necessidade de ter um espaço físico reservado somente ao porteiro.

Quais as expectativas para quem deseja comprar ou vender um imóvel?

As expectativas são muito otimistas, pois o crédito tende a ficar facilitado na compra de um imóvel e mais moradias tendem a ser disponibilizadas para a população de baixa renda. Abordaremos sobre essas perspectivas na sequência do artigo. Confira!

Facilidade de crédito para financiamento

A Selic, taxa básica de juros da economia, tem reduzido nos últimos anos e fechou em 6,5% em 2018. Essa redução tem um impacto direto em relação à oferta de crédito imobiliário. Isso possibilita a realização de melhores negócios aos consumidores, pois eles têm mais chances de obter um financiamento a juros menores.

Aumentam-se ainda as chances de os indivíduos comprarem imóveis baratos hoje e venderem mais caro futuramente, conseguindo bons lucros no investimento. O cenário também pode ser favorável em curto prazo.

Com a facilidade do crédito, mais pessoas tendem a comprar uma casa. Portanto, caso encontre um terreno localizado em uma região com grandes possibilidades de valorização, você poderá vender o local por um preço superior e lucrar também.

Ampliação do programa Minha Casa Minha Vida

Lançado em 2009 pelo Governo Federal, o programa visa ajudar os brasileiros a adquirirem a casa própria. Ele já está na sua terceira fase e a partir de agora famílias com renda bruta de até R$ 9.000,00 podem ser beneficiadas.

Dessa maneira, mais pessoas buscarão aproveitar as oportunidades disponíveis no programa e estarão incentivadas a realizarem o sonho de comprar uma casa própria. Nesse cenário, o número de vendas de casas e apartamentos tendem a aumentar em 2019.

Aumento da confiança do consumidor

A queda da taxa de juros, a melhora nas ofertas e as mudanças no programa Minha Casa Minha Vida, de maneira conjunta, tem levado mais pessoas a buscarem a realização do sonho da casa própria. Podemos afirmar que a confiança do consumidor tem aumentado nos últimos anos e a tendência é que isso melhore nos próximos.

Esse cenário de otimismo, portanto, estimulará outras pessoas a procurarem boas opções do mercado imobiliário em Fortaleza para morar ou usar o imóvel com a intenção de investir as economias da família. Neste momento, as imobiliárias devem estar mais atentas e buscarem formas de conquistar o consumidor otimista e ajudá-lo na busca por uma propriedade.

O mercado imobiliário em Fortaleza está aquecido e em constantes transformações. Muitos empreendimentos já são desenvolvidos pensando em praticidades que atendem aos moradores, como unidades compactas e a presença áreas de convivência. A tendência, portanto, é que as unidades sejam econômicas e, com isso, mais pessoas possam estar estimuladas a alugá-las ou comprá-las.

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