Bem estar

Confira 6 práticas para uma boa convivência em um condomínio

Nós vivemos em sociedade. Na verdade, seria difícil sobreviver sem a ajuda de outros e com a inexistência de uma estrutura de produtos e serviços proporcionados pelo próximo. Porém, devido às falhas humanas, é um desafio lidar bem com a vizinhança. Infelizmente, mais cedo ou mais tarde alguém decepcionará outra pessoa. Isso acontece muito na convivência em condomínio.

Contudo, a sua qualidade de vida e a da sua família dependem também dos laços de amizade com os vizinhos. Por isso, é importante evitar discussões e problemas.

Quer saber como? Algumas dicas deste artigo ajudarão você a atingir esse objetivo.

1. Respeite os horários de silêncio

A proximidade faz com que os ruídos de um apartamento sejam escutados em outro — se durante o dia isso incomoda bastante, a noite é ainda pior. O problema fica mais complicado quando ocorrem festas ou um morador aumenta o volume de uma música. Não importa de que lugar vem ou qual é o tipo de barulho, todos no condomínio devem respeitar os horários de silêncio.

Certos municípios têm uma legislação sobre esse assunto. Quando não há regras municipais, normalmente, os condomínios por meio de uma reunião estabelecem os critérios que farão parte das normas de convivência interna, como é o caso do regulamento do silêncio.

Alguns condomínios determinam um horário rígido durante a semana, mas no sábado ou domingo o período permitido para barulhos é flexibilizado. O ideal é conhecer bem os horários de silêncio e respeitá-los. Até mesmo durante o dia é importante evitar a produção ruídos, por exemplo, arrastando móveis sem necessidade.

Fazendo sua parte, você terá a simpatia dos vizinhos. E, caso precise reclamar com o síndico sobre moradores barulhentos, sua opinião será levada em consideração.

2. Cuidado com o lixo

Algumas das situações que mais geram dificuldades na convivência em condomínios é o descarte do lixo. Coloque os resíduos no local reservado somente nos dias e horários em que a empresa de limpeza urbana passa por lá. Havendo a coleta seletiva, respeite as lixeiras que são destinadas para cada tipo de material.

Tenha cuidado com o modo como ensaca os restos de alimentos, pois odores ruins, além de incomodar outros, atraem ratos e diversos tipos de animais. Ainda falando sobre lixo, não se esqueça de retirar as sujeiras que aparecem na entrada do seu apartamento. É claro, se não houver uma equipe de limpeza.

O bom hábito que aprendemos quando criança de não jogar papéis e outros objetos em lugares públicos é uma regra que deve ser mantida dentro do condomínio. Todos esses cuidados são observados pelos vizinhos, e mesmo sem dizer uma palavra, você mostra pelo seu exemplo que respeito do direito dos outros.

3. Atente para as regras da garagem

As vagas de garagem muitas vezes são motivos de grandes desentendimentos. Quando o condomínio não faz um sorteio, atrelando os espaços com os respectivos apartamentos, as disputas pelos melhores locais para estacionar é acirrada.

Não vale a pena entrar nessa competição. Pelo contrário, é melhor manter a paz e parar o carro no local que estiver disponível no momento em que chegar ao condomínio. Mesmo que você tenha sua vaga particular, cuidado para não descumprir algumas normas internas e cair no desfavor dos vizinhos.

Por exemplo, algumas pessoas, quando não têm um veículo, fazem do seu espaço no estacionamento um depósito de materiais velhos e de todo o tipo de entulho. Outras sabem que o espaço da vaga é limitado e mesmo assim compram um carro que extrapola essa metragem e acaba invadindo o pedaço do vizinho.

Há também o desrespeito pelo limite de velocidade da garagem, a utilização sem necessidade da buzina e a permissão por parte dos pais de que os filhos brinquem entre os carros. Por isso, além do bom senso, procure conhecer as diretrizes internas desse espaço.

4. Siga as instruções de segurança

As normas de segurança do condomínio podem ser para evitar acidentes, roubos e outros tipos de crime. No primeiro caso, uma regra pode, por exemplo, orientar para o uso dos corrimões e nunca correr ao descer as escadas.

Em situações emergenciais, como incêndios, é importante saber por qual lugar é seguro evacuar o prédio bem como outros procedimentos preventivos. Quanto à segurança contra a violência externa, algumas diretrizes podem ser:

  • não permitir a entrada de pessoas desconhecidas;
  • evitar acionar a abertura do portão da garagem caso perceba a presença de indivíduos estranhos na rua;
  • manter os portões trancados;
  • nunca deixar as chaves do apartamento nem das entradas principais com empregados.

Por ser um condomínio, o erro de um morador com respeito a segurança compromete o bem-estar de todos. Sendo assim, respeite todas as normas de proteção interna para que a convivência no condomínio seja a mais pacífica possível.

5. Seja cordial

O bom costume de agradecer por algo que algum vizinho faz por você, cumprimentar as pessoas que cruzam o seu caminho e manter a porta do elevador aberta para quem está entrando de última hora, são gestos bondosos e cordiais.

Sabemos que as pessoas retribuem essas ações, e mesmo quando não fazem, reconhecem que deveriam mudar ao ver outros agindo com educação. Então, distribua essas atitudes pelo condomínio. Com certeza você será um vizinho muito apreciado.

6. Cuide dos animais

Na maioria dos condomínios é permitido ter pets, mas são necessários alguns cuidados para que incomodar os vizinhos. Por exemplo, sem a higiene adequada, o mau-cheiro pode infestar o apartamento ao lado. Além disso, constantes latidos podem irritar — e com razão — a vizinhança.

Ao passear com o cãozinho pela área livre do condomínio, leve com você uma sacola e uma pá para recolher qualquer sujeira feita por ele. E quando viajar e não puder levar o pet com você, não o deixe sozinho no apartamento, isso é desamoroso com o animal e com os outros.

Enfim, apesar de não ser fácil manter um bom relacionamento com os vizinhos, com um pouco de gentileza é possível manter a sua paz e a de outros. No final, todo esforço vale a pena. Não há nada melhor do que ter a consciência de que ninguém tem nada contra você.

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